16 de mai de 2011

Ler e Escrever na cultura digital



A autora, citando apenas alguns deles, nos pede para rever desde os nossos referenciais teóricos até nossos currículos com sua linearidade. Os conteúdos não poderão mais ser percorridos como as páginas de um livro. A autora alerta também que inclusive as relações de poder dentro da escola estão sendo reconstruídas, pois “pela primeira vez na história, a tecnologia da dominação é mais conhecida pelo ‘dominado’. Em outros termos: até hoje o professor trazia o saber, a norma culta, a escrita ‘correta’, para os não-letrados [...] Hoje, ocorre um paradoxo: aquele a ser educado é o que melhor domina os instrumentos simbólicos do poder, o aparato de maior prestígio: as tecnologias” (RAMAL, 2000, p. 8)
Por fim, temos a sinalização de que precisamos reinventar a nossa profissão e nosso papel como educadores. A autora nos dá boas dicas de como fazer isso, a partir da construção de uma pedagogia intercultural. Nessa pedagogia, “a escola da cibercultura pode tornar-se o espaço de todas as vozes, todas as falas e todos os textos. O desafio mais instigante é o do professor, que pode finalmente reinventar-se como alguém que vem dialogar e criar as condições necessárias para que todas as vozes sejam ouvidas e cresçam juntas.” (RAMAL, 2000, p. 9)
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15 comentários:

  1. A tecnologia tem avançado muito nos últimos anos, podemos pensar que ela é capaz de oprimir, manipular e imbecilizar mentes e corações, mas sabemos também que a mesma tecnologia nos permite conhecer e ampliar horizontes e escolher formas de pensar e representar o mundo tecnológico.
    Os hipertextos nos permitem navegar por diversos caminhos do saber, com eles vamos construindo nossos mecanismos para a valorização dos aspectos de pesquisa. Viajamos por mundos desconhecidos. As mesmas informações que nos conduzem às guerras e catástrofes, levam-nos a regiões paradisíacas ao belo ao desconhecido.
    O avanço na área educacional vem quando sabemos existir os que creem em construção de um mundo diverso e atual. O avanço se concretiza quando, apesar de pensarmos diferentes sabemos existir em um objetivo comum. Ler o mundo tecnológico significa aperfeiçoar-se. Valorizar o mundo da criança é valorizar sua cultura seus desejos suas ambições. Falar de um texto através de outro nos permite avançar e crescer, pois a polifonia nos permite isso.
    Para isso é preciso aprender a aprender, o que nos faz partilhando significados e valores sobre a nossa organização cultural.
    Assim a nossa caminhada no mundo digital jamais será solitária. Existirá sempre a organização de um projeto a ser compartilhado através dos hipertextos, sendo assim a competência por aqueles que sabem ser a escola um caminho a ser desvendado através das novas tecnologias.

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  2. Este curso para mim esta sendo uma alfabetização
    digital,a importância da era digital, sei que preciso me informar mais para ensinar o que já sei e o que ainda saberei, é preciso inovar.
    Leila

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  3. A autora aborda a questão das linguagens oral e escrita. Ambas deveriam ter a mesma importância, mas a escola ainda prioriza a segunda. Na era da escrita, o leitor entra em contato com o texto de forma individualizada. Entretanto, vivemos o momento em que uma nova forma de escrita e comunicação se apresenta: o hipertexto. Nele, o modo de produzir e de organizar o conhecimento acontece por meio da interação do leitor com outros leitores. Assim, em função dos recursos tecnológicos a produção e acesso ao saber torna-se mais abrangente.A coletividade nesta ação de produzir agrega um valor maior ao texto e amplia seu significado.Neste modelo, é possível articular imagens, palavras e sons: pode-se abrir as várias caixas de texto, propiciando uma maleabilidade nunca antes vista. Portanto, é evidente que os processos de aquisição do conhecimento deverão ser repensados.Questões como quem é o sujeito da educação hoje, qual o currículo, qual a metodologia, qual o papel do professor a partir da introdução destas novas tecnologias na escola precisam ser abordadas e discutidas. Não podemos ignorar o que acontece na sociedade. Ao contrário, é fundamental estabelecer um vínculo professor/máquina/aluno de forma a interagir e conviver no tempo e espaço atuais, contribuindo para elevar o patamar de civilidade. Todo processo coletivo tende a ser mais completo e produtivo. Ele aumenta o campo de ação significativamente, abrindo o leque para diversos segmentos que antes mantinham sua produção cultural somente para si. Esta pedagogia intercultural, com a colaboração eficiente do educador, possibilitará a participação mais efetiva de todos no processo ensino-aprendizagem. Esse compartilhar do saber poderá constituir-se na transição para uma sociedade mais justa, mais ética, mais humana.

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  4. Ler e Escrever na Cultura Digital
    No início , quando não havia escrita , a transmissão do conhecimento se dava por meio da oralidade. A palavra era fundamental e quando os mais velhos morriam, a perda era enorme.
    Com o advento da escrita, passou a ocorrer o registro das idéias, dos saberes e esses chegaram a povos de outros lugares e de outros tempos.
    A escrita é linear, tudo é cronologicamente registrado.
    Na escola, que adotou a escrita como forma de registrar o conhecimento científico, a cultura letrada também se estruturou como um livro, com os saberes em segmentos lineares e esses sempre superiores a cultura oral agora relegada à inferior.
    Segundo a autora a escola limita a interação dos saberes do aluno com o conhecimento da escola visto que seus currículos são rígidos, e, se impõe como dominante da razão sobre outras competências e saberes humanos mais ligados ao espírito, a afetividade, ao emocional. Para ela a escola é como uma via de mão única.
    Mas eis que uma nova forma de ler, escrever, de comunicar-se, pensar e por conseqüência aprender surge: o hipertexto.
    No hipertexto o conhecimento é feito por vários autores, vozes e olhares, a construção é coletiva e se houver a necessidade de mudança poderá fazê-lo.
    Com essa nova forma de aprendizado devemos rever nossos referenciais teóricos, porque quem agora é o sujeito da educação? Quem é esse novo ser humano e como ele aprende? Além de rever nossos referenciais teóricos, os currículos devem ser revistos, pois esses são baseados na linearidade, nos saberes prontos, acabados, descontextualizados e isso é coisa do passado. Os conteúdos passarão a ser janelas de um hipertexto que os alunos irão acessar conforme seu interesse e necessidade.
    As relações dominantes – donos do saber – dominados – aqueles que buscam o saber- também irão mudar visto que pela primeira vez na história os dominados terão mais conhecimento que os dominantes. Uma nova sociedade vai surgir com base nos critérios de justiça social e respeito. A sala de aula será um espaço de “democracia”.

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  5. Ler e escrever na cultura digital

    Assim como favorece o texto, a mudança de conceito para o campo educacional, junta-se com o tempo de pluralidade, uma abertura linear, que multiplica nossas ações, levantando a qualidade do saber.
    Através das possibilidades tecnológicas é possível transformar o educador em mediador de conhecimento, expandindo o acesso informativo aos estudantes que constroem uma rica diversidade de conteúdos, este é o momento em que ocorrem as interações. Anteriormente transmitidas através de livros, quais utilizaram uma nova forma de poder de fala que já abrangia a interação e interpretação, atualmente obtidas por um conjunto imenso, qual até nos possibilita identificar varias formas de fala.
    O poder da inclusão desde a acessibilidade ao uso de instrumentos sobre e no conteúdo, denominam o conceito de rede, comportando ligações muitas vezes infinitas que designam a complexidade do saber também pela participação de quem proporciona a busca, estabelecendo o rompimento do tempo cíclico e o encontro atemporal.

    Patrícia Marinoski.

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  6. Izaura Maria.

    O curso, está sendo de grande importância para mim, e acredito que para meus colegas. Na sociedade em que vivemos,o conhecimento é fundamental, principalmente quando o mesmo, e em relação a tecnologias, pois estamos na "Era Digital".Nos educadores, temos que estar sempre nos renovando, especializando nos, para que possamos repassar a nossos alunos, e procurar sanar todas as dúvidas dos mesmos.

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  7. Ler e escrever na cultura digital

    Estamos vivendo um momento de transição; a educação inaugura através do mundo digital e suas oportunizações uma nova forma de aprender e se comunicar. O que era antes privilégio de alguns poucos, os detentores do saber, ou como cita Andrea Cecília Ramal a autora do texto abordado que " o saber e a inteligência praticamente se identificavam com a memória,em especial a auditiva,o mito funcionava como estratégia para garantir a preservação de crenças e valores.O tempo era concebido como um movimento cíclico,num horizonte de eterno retorno".
    Em determinado momento da história esse saber e a inteligência eram o patamar dos mais fortes e bem sucedidos, a posteriore veio a escrita que também conquista um papal importantíssimo na vida de algumas pessoas e que determinou o viver de outras,esses então que não são todos passam a escrever e registram fatos do momento histórico vivido. Porém esse saber através da escrita é linear, segmentado e se estruturou dessa forma.A escola que conhecemos até agora seguiu esse conceito linear.
    O que vem modificando a estrutura social e definindo novos rumos a todos é nova cultura digital, a linearidade dará lugar ao hipertextual,ao móvel e flexível,estamos inseridos num novo contexto e conectados a todo instante a novas informações,cabe a escola agora rever seus conceitos e abrir janelas ao novo conhecimento. Não podemos negar a atualidade é necessário reentender o processo e fazer parte dele.
    Vera

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  8. LER E ESCREVER NA CULTURA DIGITAL
    A transmissão de conhecimentos, valores e cultura passou por vários processos, partindo do método que se dava por meio de narrativas, em que dados históricos se perderam com a morte dos sujeitos que os repassavam.
    A segunda etapa desse processo deu-se com o surgimento da escrita. Com ela houve mudanças sócias, e os diversos saberes se expandiram entre os povos. Além disso, a escrita fundamentou o conhecimento cientifico.
    Com a escrita, a escola se organiza a partir dos textos que trazem o conhecimento históricos, que não se referem a realidade do sujeito que aprende, trazendo conteúdos dominantes, que não deixam espaço para a expressão da criatividade e nem dos desejos destes.
    Com o surgimento das tecnologias a forma de se comunicar passou por uma revolução em que as pessoas se comunicavam, independente da distância, em tempo real, os acontecimentos do mundo chegam simultaneamente a todos os continentes, o acesso as informações são rápidas.
    Através do uso da internet o sujeito tem autonomia para buscar as informações que desejar, e com o uso do hipertexto, tem a oportunidade de criar seu próprio caminho, construindo e organizando a conhecimento de forma criativa e abrangente, em que estão presentes designers, autores, propagandas diversificadas.
    A tecnologia oferecida pelo hipertexto, amplia os recursos para interação, para articular imagens e vozes e para valorizar a expressão das imagens.
    Estes recursos nos possibilitam refletir sobre rever os métodos utilizados pela escola, que em geral trabalha com conteúdos definidos e descontextualizados, tornando-se desinteressante e desmotivador, dando espaço para uma educação de interesse coletivo enfatizando o incentivo a construção da autonomia , de uma cultura de valorização das expressões individuais e coletivas.
    Diana Bovi

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  9. Ler e escrever na cultura digital
    O uso da tecnologia na sala de aula, como diz o texto, com certeza vem acrescentar e diversificar ainda mais na formação do conhecimento do aluno, as múltiplas opções de ideias encontradas faz com que o aluno reflita até formar a sua opinião.Mas é claro, que resta ao educador saber usar e conduzir essa ferramenta com tanto poder e com isso atrair o aluno e despertar nele o interesse em ampliar seu conhecimento.

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  10. LER E ESCREVER NA CULTURA DIGITAL

    Nas culturas que não conheciam a escrita, a transmissão da história se dava através das narrativas orais, o narrador relatava as experiências passadas a ouvintes que participavam do mesmo contexto comunicacional. Era uma espécie de história encarnada nas pessoas, quando os mais velhos morriam apagavam-se dados irrecuperáveis pelo grupo social.
    A escrita inaugurou uma segunda etapa na história humana. O sujeito pôde projetar sua visão de mundo, sua cultura, seus sentimentos, e vivências no papel.
    A escrita relativiza o papel da memória, é como se fosse um auxiliar cognitivo situado fora do sujeito. Ela torna presente e atemporal à palavra dos líderes, suas realizações, suas leis.
    O distanciamento possibilitado pela grafia permite o registro das experiências e das hipóteses, o conhecimento especulativo, o documentário de comprovações, a compilação de teorias e paradigmas.
    A escola se entende a partir das categorias próprias da cultura escrita, sua organização se faz sobre o conhecimento objetivo dos fatos, seu currículo se estrutura em função de saberes que pretendem funcionar como verdades permanentes, absolutas e universais, independentemente do contexto. Também assim se dá a relação com os textos, que falam por si mesmos.
    A cultura escrita raramente chega sem violência, inclusive porque, devido ao prestigio que os sistemas alfabetizados adquiriram, acaba se designando a cultura oral como inferior.

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  11. Atualmente é indispensável uma boa linguagem para a escrita. No entanto é necessário que seja feita uma boa instrução para que ela ocorra. Desde sempre a escrita vem sendo utilizada para varias formas de comunicação, tanto formal como informal, assim sendo aprimorada de tempo em tempo. É importante que a escrita sempre seja clara, até mesmo para não dar duplo sentido ao seu real entendimento.

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  12. Ler e escrever na Cultura Digital

    Antigamente a memória e a escrita eram a principal ferramenta para garantir a preservação de crenças e valores, registrando assim em mitos que eram contados ao longo dos tempos, logo após surgiu o registro escrito no papel onde eram escritas as páginas da história, nos dias atuais nos deparamos com muitas coisas novas, incluindo crianças que mesmo sem ser alfabetizadas, com vasto entendimento sobre tecnologias, muitas vezes explicando aos adultos.
    Nos deparamos com palavras novas como, hipertexto, link, cibercultura e imagens que falam mais do que palavras, o educador de uma maneira geral deve ser conhecedor destas tecnologias, reinventar a sua profissão buscando sempre ser melhor, repensando que se estamos abertos às novidades que surgem a cada minuto, estamos melhorando também nossa vida pessoal e profissional.

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  13. A partir do final da Pré- História surgiu à escrita e com ela o saber que era condicionado pela subjetividade se tornou objetivo e possível de se distanciar; a experiência pôde ser compartilhada sem que o autor e leitor, necessariamente, participassem do mesmo contesto.
    A escrita relativiza o papel da memória, tornando presente e atemporal a palavra dos lideres, suas realizações, suas leis. Assim, a escrita trouxe o sentido de linearidade.
    Com a escrita passamos da revelação à decifração, como se o mundo fosse um livro a ser lido e interpretado. O saber está distanciado, disponível e maleável para a leitura, o estudo e a avaliação.
    A escola se entende a partir das categorias próprias da cultura escrita; onde cabe ao aluno-leitor descobrir “o que o autor quis dizer” evitando a recriação. Segundo a autora a escola é herdeira da tradição positivista e do estruturalismo de Saussure, que separa a língua da fala. Nessa escola, ler equivale a compreender o que foi expressado surgindo, assim, o texto como fator de alienação escolar.
    O conhecimento escolar da cultura letrada se estruturou como as paginas de um livro: linear, encadeado e segmentado.
    Atualmente vivemos uma fragmentação do tempo, numa série de presentes interruptos, que não se sobrepõem uns aos outros, como paginas de um livro, mas existe simultaneamente, em tempo real, com intensidades múltiplas que variam de acordo com o momento.
    Na era da internet, ler é mergulhar nas malhas da rede, é perder-se, libertar-se dos caminhos proibidos, que o monologismo havia colocado em segundo plano. Sem margens, sem início, nem fim, sem percurso estabelecido, cada texto termina com a abertura para outras mensagens. O fim é o próprio link.
    Por fim a autora nos convida a rever nossos currículos, pois a linearidade dará lugar ao hipertextual, ao móvel e flexível. As parcerias e a aprendizagem em conjunto(professor e alunos) serão inevitáveis.
    O desafio mais instigante é o de tornar a escola um espaço de todas as vozes, todas as falas e todos os textos. Onde cabe ao professor reinventar-se como alguém que vem dialogar e criar as condições necessárias para que todas as vozes sejam ouvidas e cresçam juntas.

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  14. Após a leitura do texto, acredito que a autora nos faz refletir sobre a tecnologia baseada no uso do computador, mais precisamente na informação como forma de hipertextos, onde está mudando nossa maneira de ler e escrever nos dias de hoje.
    O hipertexto conforme a autora descreve que "...dentro do hipertexto existem vários links, que permitem tecer o caminho para outras janelas, .....fazendo que estes se distanciem da linearidade da página e se pareçam mais com uma rede.”
    Assim acredito que se diminua a fronteira entre o leitor e o escritor, tornando-os parte do mesmo processo.
    Destaco também que a autora relata que a “escola costuma limitar a possibilidade de penetrar na experiência do outro; com seus currículos rígidos, fundamentados sobre uma concepção racionalista e linear, a educação escolar muitas vezes se constitui como dominação da razão sobre outras competências e saberes humanos, mais ligados ao espírito, à afetividade, ao emocional.”
    Talvez no momento não estejamos suficientes preparados para a realidade virtual nos computadores, tão real como se fosse uma página de um livro, a diferença que desliga o computador e o texto fica arquivado, significando a ausência da página, a decomposição da linearidade textual e a idéia sempre da seqüência de um texto num livro.
    A autora sugere rever em primeiro lugar nossos referenciais teóricos, nossos currículos onde a linearidade dará lugar ao hipertextual, ao móvel e flexível. Outro ponto que a autora destaca a relação do poder que surge na escola, sendo a tecnologia da dominação é mais conhecida pelo “dominado” os alunos.
    Por isso torna-se necessário que os professores abram-se para as novas tecnologias e introduzi-las em suas práticas pedagógicas, para se evitar um hiato entre aluno e professor, porque o aluno hoje já vem com uma bagagem de conhecimento e acessos aos meios de comunicação (TV, internet, Ipod..).
    Lilian Piloni

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  15. Quando nos perguntamos por que precisamos fazer uso das TICs na sala de aula para alguns parece ser bem óbvio. Mas, se este questionamento for analisado de forma crítica, veremos que a tecnologia é muito mais do que uma maneira de tornar a aula mais “dinâmica e atrativa” ela passou a ser um a ferramenta essencial, pois ela esta de fato inserida no cotidiano de uma grande maioria de pessoas. É preciso inserir essa tecnologia no ambiente escolar de maneira responsável para que a mesma seja útil para a aprendizagem de todos.
    Estamos inseridos num mundo globalizado e isto exige de nós mudanças a todo o tempo, é preciso domar a fera da tecnologia e leva_la para dentro das nossas vidas, em seguida fazer dela nossa maior amiga e aliada, esqueçam o tempo que se levará para fazer esse ritual e desapego de uma vida inteira de comodidades baseados no velho discurso: eu não preciso me ajustar a esse novo paradigma , onde as novas tecnologias são os maiores astros.
    É de fato muito ruim ter que abandonar algumas práticas e se reciclar interiormente, mas a realidade esta nos cercando a cada dia e mostrando que a mudança é necessária.
    Incorporar as tecnologias já não é mais luxo é uma obrigação dos docentes, elas estão lá no laboratório da escola esperando a sua visita e de seus alunos para uma pesquisa que com certeza mudara a opinião de muitas cabeças e vai propiciar algo imprescindível na atualidade escolar: alunos que através do conhecimento mudam a realidade existente.

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